terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Eu Testei: DekapColor System - Yamá


Olá, moça bonita, moça formosa!

Tá, eu sei que tô em falta aqui com o blog, mas o problema é tenho enfrentado crises de enxaqueca medonhas durante semanas a fio. Só quem tem sabe o quanto isso é debilitante. Tenho nem vontade de abrir o computador.

Mas enfim... hoje, mesmo com dor de cabeça (fazer o quê?), vim aqui trazer o resultado do DekapColor. Mostrei esse kit no Instagram e Fanpage do blog e muita gente ficou curiosa. Vamos lá!

Apresentando: Removedor de coloração DekapColor System. Cor: - Peso: 400 ml (dois frasquinhos de 200 ml cada). Fabricante: Yamá. País de origem: Brasil.


Preço? Só achei em lojas virtuais. O preço mais em conta foi nas Lojas Rede. R$ 36,90. Frete por menos de 16 reais.

Modo de usar? Mais abaixo eu vou explicar melhor.

O que promete? O Removedor de Coloração DekapColor System foi desenvolvido especialmente para retirada parcial ou total de corantes artificiais das colorações oxidativas (que necessitam de água oxigenada para revelação de cor). Não contém agentes de descoloração, isto é, para um cabelo virgem não haverá diferença na cor. *Informações retiradas do site do fabricante.

Minha avaliação: Estava frustrada com meus cabelos quase pretos, então resolvi arriscar eeeee... FUNCIONOU!!!


Fiquei sabendo desse sistema de decapagem pelas redes sociais e como estava insatisfeita com a burrada que tinha feito nos cachinhos - nesse caso, pintar de castanho escuro -, resolvi ao menos voltar para a cor que estava antes: um castanho avermelhado.

DekapColor System vem numa caixa de papel. Dentro há dois frasquinhos de tamanho igual e um potinho medidor, além de uma bula explicando como preparar e aplicar o produto.


A aplicação é feita da seguinte forma:
*Importante: faz-se necessário o uso de luvas na manipulação e aplicação dos produtos.

PASSO 01

Junte uma parte do frasco de DekapColor nº 1 com a mesma quantidade do frasco nº 2 em um recipiente plástico. Misture as duas partes com o auxílio de uma espátula ou pincel plástico até que fiquem totalmente homogêneos.

PASSO 02
Aplique o produto nos cabelos secos, sobre toda a parte colorida que deseja remover, deixando sempre uma distância mínima de 1cm da raiz do cabelo. Depois deixe o produto agir durante 30 minutos.

PASSO 03
Após os 30 minutos, lave seus cabelos preferencialmente com shampoo neutro, enxaguando totalmente, e depois condicione levemente os fios. Não utilize shampoo antirresíduos, pois eles podem embaraçar.

PASSO 04
Retire o excesso de água, deixando seus cabelos quase secos. Se necessário, reaplique o produto novamente seguindo o mesmo procedimento. Faça isso somente se os seus fios se apresentarem saudáveis, caso contrário você poderá ressecar ou provocar elasticidade neles por causa da umidade.


Confesso que tive ajuda para usar direitinho. Mamis que fez a aplicação. Isso porque é um produto químico e eu não queria que as coisas dessem errado. Afinal, é um produto de uso profissional e mamis já fez curso de cabeleireiro (apesar de só exercer a profissão na parentada), então eu estava em boas mãos. Enfim... a gente aplicou como se aplica tinta mesmo; dividindo o cabelo antes, prendendo com piranhas e aplicando mecha por mecha.

Passados os 30 minutos, retirei logo e lavei o cabelo. Não sou teimosa com instruções quando o assunto é minha saúde. *rsrs*

O que chama a atenção já na aplicação é o cheiro, que é bem forte. Até tentaram mascarar, mas tem cheiro de alisador (tipo Alisabel), ou seja, cheiro de esgoto. Aaaargh. Mas não me surpreendi. Pensa comigo: um produto forte o suficiente para retirar a tinta, o corante artificial empregnado no fios, com certeza não deve ser algo totalmente agradável. Na embalagem, cheira à maçã verde. Ao ser misturado, fede como esgoto. E, infelizmente, cara leitora, esse fudum fica nos fios por pelo menos uma semana. Fazer o quê?

Depois de aplicar e lavar, fiquei naquela ansiedade pra saber se tinha dado certo, claro. Depois que começou a secar (seco minhas madeixas ao natural), já dava pra ver que estava mais claro mesmo.

Os fios que estavam quase negros...


Ficaram castanho avermelhados de novo!


Eu poderia ter aplicado mais uma vez no mesmo dia (depois de totalmente seco), para retirar também o fundo avermelhado, mas achei que os cabelos estavam ressecados e não quis arriscar novamente. De qualquer forma, estava pensando em pintar com uma cor mais "blonde" (castanho com nuances douradas) dessa vez, então só queria mesmo era retirar o castanho escuro.

O meu cabelo ficou ressecado, mas não foi aqueeeela coisa muito dramática. Nada que duas  hidratações com o "Morte Súbita" da Lola Cosmetics não desse jeito. Meus cachos são naturalmente secos mesmo e todo tipo de química detona um pouquinho as pontas. Não foi nada fora do normal.

Também achei por bem não aplicar a tinta em seguida. De fato, até hoje ainda não repintei. kkkkkk. Mas aí é caso de preguiça, misturada com falta de tempo e paciência, aliada à enxaqueca que não deixa que nem minha santa mãezinha toque no meu crânio.

O que interessa é que o DekapColor System da Yamá funciona de verdade e eu fiquei muito satisfeita com essa "mágica". Dou as 5 "Gigis-love" com muito amor.



Não posso deixar de ressaltar que esse produto NÃO PODE ser utilizados por grávidas e menores de 16 anos, ok? E é sempre bom fazer a prova do toque antes de realmente usar, para evitar alergias e irritações.

Fico por aqui


Ultra-mega-hiper-master-blaster beijo;


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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Orgulho e Preconceito e Zumbis... e muita confusão e palhaçada nas livrarias e no cinema


Olá, garota!

Acho que já devo ter dito aqui que um dos meus livros favoritos é "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen. A inglesa que escrevia sobre relacionamentos e, principalmente, casamentos na época da regência é uma das escritoras mais lidas e aclamadas do mundo. E a obra que citei é, sem dúvida alguma, a mais conhecida de todos os seus escritos.

Acontece que, de uns tempos pra cá, surgiu a modinha o "mash up novel". Trata-se de um novo gênero cuja proposta é pegar um clássico da literatura (de preferência de domínio público) e revisitá-lo, adicionando outra perspectiva ao enredo, outros personagens. Na maioria das vezes isto consiste em avacalhar a estória ao extremo. É o caso de "Orgulho e Preconceito e Zumbis".

Ilustração do livro "Orgulho e Preconceito e Zumbis"

Seth Grahame-Smith pegou o clássico e o reescreveu, maaaas adicionou zumbis. Isso mesmo, cara leitora, mortos-vivos comedores de carne e cérebro humanos. A explicação para tal fato é que a peste negra teria mudado a condição dos cadáveres e, não mais do que de repente, eles começaram a sair de suas tumbas e atacaram os vivos. Diante de tal situação, as pessoas tiveram de aprender artes marciais e combates com espadas e armas de fogo para defenderem suas famílias e a si próprios. Em Loungbourn, a proteção dos cidadãos está por conta das irmãs Bennet, principalmente das duas mais velhas: Jane e Elizabeth. Depois entra na estória o Sr. Bingley, suas irmãs e, claro, o Sr. Darcy ♥.

O livro é tão bobinho, mais tão bobinho, que eu li em algumas poucas horas e nem cheguei a cogitar escrever sobre ele aqui no VG. Só que o tal livro super bobo e engraçado acabou virando filme e aí eu tive que trazer minha opinião.

Ilustração do livro "Orgulho e Preconceito e Zumbis"
Por que é bobo? Ué! porque Seth Grahame-Smith se apoderou de um clássico do romance, uma obra prima de estilo e bom gosto e transformou em uma comédia pastelão. Sem ambição de aprofundar nada, nem explicar direito como o apocalipse zumbi teve início, ele apenas enfiou os mortos-vivos lá dentro e deixou os personagens se virarem. É engraçado? É! Bem, pelo menos eu ri muito. É uma ofensa a Jane Austen? Não sei. Não vejo como algo tão bobo possa ofender. Mas MUITOS leitores não gostaram da adaptação e estão soltando fogo pelas ventas. Eu, como leio qualquer coisa e adoro um livro bem boboca para passar o tempo, achei hilário. Você não pode ler "Orgulho e Preconceito e Zumbis" e esperar nexo. É só para passar o tempo mesmo. 

Por exemplo, eu adorei as partes em que a Charlotte Lucas está. É muito divertida a evolução da personagem. Gostei muito mais dela no livro de Seth Grahame-Smith do que no da Jane Austen. Lady Catherine também é muito interessante e ridícula do que no livro original. Já o senhor Darcy teve seu desenvolvimento quase igual nos dois: um chaaaato de galocha no começo e um homem adorável do meio para o fim. Elizabeth está mais crítica e preconceituosa do que nunca!


Só não sei como vai se dar essa aventura no cinema, pois o primeiro trailer me pareceu bastante engraçado, igual ao livro. Já o segundo trailer está mais sombrio, com mais cara de terror. Essa dualidade é que me intrigou. Preciso ver o gênero que vai se sobrepor: romance ou terror.

O elenco é formado por Lily James (a 'Bela' de "A Bela e a Fera"), Sam Riley ('Diaval' de "Malévola"), Matt Smith ('Doctor' da série "Doctor Who"), Bella Heathcote ('Josephine' e 'Victória' de "Sombras da Noite"), Douglas Booth (o 'Pip' de "Great Expectations" e 'Romeu' de "Romeu e Julieta" de 2013), Lena Headey (a 'Cersei Lannister' de "Game of Thrones") entre outras feras do cinema. 


É claro, óbvio, evidente e certo que euzinha vou estar no cinema depois do dia 4 de fevereiro (data prevista da estreia) para conferir mais esse longa. Se eu gosto de livro bobo, imagina se não amo filme idiota? *rsrs* Perco isso por nada! Vou lá de cabeça erguida, sem vergonha de não ser cult, diferentona, discípula de Machado de Assis, secretária de Charles Dickens... vou porque o importante é se divertir.

Fonte das imagens e informações:


E você? Já leu "Orgulho e Preconceito e Zumbis"? Se interessou?



Beijos, beijinhos e beijocas;


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Eu Testei: Soft Matte Lip Cream Prague - NYX


Hello girl!

Fui na loja NYX do Brasília Shopping porque queria comprar o Soft Matte Lip Cream na cor Copenhagen, que é um vinho lindo demais. Contudo, o tom estava esgotado e eu não quis sair de mãos abanando. Acabei trazendo o Prague. Quando cheguei em casa e experimentei... foi amor! ♥ E agora eu te mostro porque tanta devoção.


Apresentando: Soft Matte Lip Cream. Cor: Prague (SMLC18). Peso: 8ml. Fabricante: NYX Professional Makeup. País de Origem: China.

Preço? Paguei 49 realidades na loja física da marca, o mesmo preço da loja vrtual.

Modo de usar? Aplicar sobre os lábios limpos e secos com o próprio aplicador da tampa. A marca sugere que sejam aplicadas duas camadas para melhor acabamento.


O que promete? Batom líquido de efeito matte, com cores incríveis. Longa duração sem ressecar os lábios. Não transfere e te deixa segura. Efeito aveludado. *Informações retiradas do site brasileiro da marca.

Minha avaliação: Pra variar, deu trabalho para fotografar. ¬¬ Mas que o bicho é léééndo, isso não se discute.

A linha Soft Matte Lip Cream da NYX tem mais de 20 cores disponíveis, cada uma delas batizada com o nome de uma grande cidade de todas as partes do mundo.


A embalagem segue a linha de todos os batons líquidos que já conhecemos. Em plástico resistente com tampa preta, também de plástico. A maioria das informações do produto vêm colada na embalagem e me deu o maior trabalho retirar sem rasgar para poder fotografar e mostrar aqui.


O aplicador também não tem segredo. É chanfrado com esponjinha na ponta.


A cor é o que nas antigas nós chamávamos de "rosa shocking". Lembro que minha irmã tinha um batom líquido da Avon, daqueles beeem melequentos, mais ou menos nesse tom. E lá se vão umas duas décadas e eu nem sei porque ainda me lembro com tanta perfeição. O__o


Mas fotografar a cor exata desse bichinho depois de seco foi difícil, viu? Quando você termina de aplicar ele fica um rosa fechado, mas com o passar do tempo o Prague vai adquirindo um tom mais arroxeado. Muito louco esse batom camaleão!


Esse batom acima é o mesmo batom abaixo...


Dá para acreditar??? Acho que é o fundinho azulado dele que dá esse efeito.


Posso dizer que o Prague é discreto, mas chama a atenção por sua elegância. É o meu batom de menina phyna. hehehe

O cheiro é de balinha "tic tac", bem suave e gostosinho. Muito parecido com o cheiro dos batons da M.A.C.


Não tem como não gostar do Prague, né? Afinal, ele é 2 em 1 só. A textura é leve e espalha tão bem. Depois de testar os batons líquidos nacionais, estranhei demais esse da NYX. Achava que ele sendo tão líquido e leve, não cobriria bem os lábios. Mas vou te contar... cobre bem sim, melhor que os grossinhos brasileiros. E não seca super rápido dificultando a aplicação. Não esfarela de jeito nenhum! Se mantem digno e não craquela. Apesar de ir esmaecendo com o tempo de uso, ele se mantém nos lábios, mesmo que mais fraco. Ainda assim, o Prague não fica manchado, fica uniforme. No comecinho dá uma leve aderência (pregrentinho), mas é pouco e passa rápido o efeito.

Considerando muito bem tudo isso, dou as 5 "Gigi's-love" com todo respeito e carinho.


Beijão procê;



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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A garota vai ao cinema: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final


Oiiiieeee, garota!

Demorou, mas vim falar sobre o último filme que vi no cinema, o último Jogos Vorazes com Katniss e companhia. #chatiada


Título: Jogos Vorazes: A Esperança -  O Final
Título original: The Hunger Games - Mockingjay: Part 2
Gênero: Aventura , Ficção científica, Guerra
Duração: 2 horas e 17 minutos
Origem: EUA
Estreia no Brasil: 19/11/2015
Direção: Francis Lawrence
Roteiro: Danny Strong (adaptação do livro "A Esperança" de Suzanne Collins)
Distribuidora: Paris Filmes
Censura: 14 anos
Ano: 2015

Elenco: Jennifer Lawrence , Natalie Dormer , Julianne Moore , Elizabeth Banks , Josh Hutcherson , Sam Claflin , Jena Malone e outros.

Sinopse: Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe.


Minha Opinião: Poderia ter sido mais... mais... mais... não sei o que, mas poderia. Sacomé? Foi um pouco decepcionante. Esperava mais do filme, talvez por causa de toda a expectativa com o fim da saga e por todo o meu amor pela estória de Suzanne Collins. Mas nem tudo está perdido, vamos por partes.


Partindo exatamente do ponto onde parou o Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1, Katniss está se recuperando de seu reencontro trágico com o Peeta-possuído. O fato é que ela fica P da vida com o Presidente Snow por ter machucado o seu padeiro favorito e, é claro, por tê-lo transformado em um assassino que quer a sua cabeça.

Finalmente a revolução em Panem explodiu, graças ao marketing de Plutark e a engenhosidade da líder do Distrito 13, Alma Coin. O problema é que a Katniss não gostou nada de como o exército dos distritos estão levando essa rebelião. Há muita violência e sacrifício de cívis. Compelida a matar o Presidente Snow, Katniss foge do Distrito 13 rumo à Capital para realizar justiça, ou no caso, vigança.

No filme a gente vê:


Muito corre-corre, explosões, perseguições de meleca preta do mal.


Johana divando, como sempre!


Katniss indecisa entre o mineiro e o padeiro. Que, repito, não é tão chato, dramático e romântiquinho nos livros. Estamos no meio da guerra, pelo amor de Deus. Quem tem tempo pra romance?


Teve um susto daqueles de todo mundo pular nas poltronas do cinema, quando os bestantes apareceram.


Teve lutas de tirar o fôlego.


Teve chororô, como em todo final de saga.


Teve personagem coadjuvante que a gente ama. Num achei gif do Pollux. =(


Teve momento "Oooooooown".


E teve Katniss sambando na cara das, aliás, DA inimiga.

Pontos fortes:
  • É Jogos Vorazes, baby! Amo, amo, amoooo!!!
  • As cenas de ação são ótimas e a correria deixa todo mundo no cinema desesperado.
  • A fotografia desse filme ficou semelhante ao primeiro filme da série. Gostei desse retorno às raízes.
  • A trilha sonora é "Uaaaaaau" demais. Curti tudo.
  • A cena da condenação do Snow ficou perfeita! Exatamente como imaginei.
  • Atuação do Josh Hutcherson surtando. Muito bom ele mal!
  • Atuação da Jennifer Lawrence, maravilhosa como sempre.
  • Presidente Snow é um vilão que não tem como odiar.

Pontos fracos:
  • As perucas da Katniss estavam uma bela porcaria. Muito mal feitas, estilo Bela em Eclipse. Aff...
  • O descaso em aprofundar os personagens secundários. A pobre da Tigresa mal grunhiu nas cenas. Apesar de que o Pollux teve certo destaque.
  • Gale sendo Gale. Chatinhoooo... ZZzzzzZzzz
  • Nenhuma das cenas adicionadas pelos roteiristas e diretor me convenceram. Digo aquelas que não estavam no livro. Parece que os caras não souberam casar tudo.
  • Não teve a minha fala favorita do livro: "Que aquilo de que necessito para sobreviver não é o fogo de Gale, aceso com raiva e ódio. Eu mesma tenho fogo suficiente. Necessito é do dente-de-leão na primavera. Do amarelo vívido que significa renascimento em vez de destruição. Da promessa de que a vida pode prosseguir, independentemente do quão insuportáveis foram as nossas perdas. Que ela pode voltar a ser boa. E somente Peeta pode me dar isso."


Então é isso, garota. Vou sentir falta do Peetaniss (Peeta+Katniss) e de todo o universo Jogos Vorazes. Apesar do Paris Filmes ter anunciado essa semana que vai produzir mais alguns filmes mostrando os jogos anteriores (e estou muito satisfeita e ansiosa com essa notícia!), não será a mesma coisa sem a "Garota que pega fogo" e sem esse trio de atores maluquinhos que amei acompanhar.


Fonte das informações, imagens e gifs:
Tumblr (gifs repostados tantas vezes que fica difícil saber de quem é o original)


Beijão procê;



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