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quarta-feira, 22 de março de 2017

Vida de casada: O último presente


Oi, menina! ♥

Tenho uma amiga muito querida que sempre diz que eu tenho que testemunhar mais as maravilhas de Deus na minha vida, sobretudo desde que me casei. Falar sobre as dificuldades e os milagres que o Senhor opera na minha casa, às vezes pode ser difícil, sobretudo porque não sei se as leitoras vão compreender a dimensão da ação de Deus na minha vida conjugal. Em 4 anos, marido e eu já passamos por cada coisa... doença, dificuldades financeiras, ciúmes, desentendimentos e tantas outras coisas. Mas sempre pudemos contar com a misericórdia de Deus.

Uma das coisas que mais gosto de contar, aconteceu na nossa segunda semana de casados, ao chegarmos da nossa lua de mel. Nós havíamos viajado no dia seguinte à cerimônia, bem cedinho e minha irmã e sobrinhos nos fizeram o favor de carregar todos os presentes do estacionamento do nosso prédio até o nosso apartamento. Três andares, sem elevador - irmã e sobrinhos, se nunca agradeci o suficiente por essa prova de amor... OBRIGADA! -, eles deixaram as caixas e embrulhos no quarto, bem no cantinho.



Ao chegarmos de viagem, cansados, mas felizes, começamos a desfazer as malas. Numa hora a fome bateu e aí precisamos cozinhar. O problema é que não havíamos comprado nada para a casa. Sabe, nada? Nada mesmo! Não tínhamos dinheiro sobrando, a cerimônia e recepção da festa foram todas pagas na graça, com marido trabalhando em dois empregos e eu fazendo uns trabalhos de blogueira por fora do Vai Garota!, além do meu salário do emprego formal. Muitos amigos ajudaram como puderam e os nossos padrinhos e parentes foram maravilhosos, nos dando aquelas coisas mais caras como máquina de lavar, cama, fogão e geladeira. Até a viagem de lua de mel foi presente.


Pois bem... começamos a desenrolar os embrulhos e com muita alegria descobrimos o quanto nosso convidados foram generosos. Recebemos tudo que uma casa precisa. Da lixeira do banheiro ao amassador de alho. Só faltava uma coisa: panelas. Imagina? Ganhamos todos os utensílios de uma casa, mas não havia panela para cozinhar, nem de pressão, nem pequena, nem grande. Pra não ser injusta, no chá de panela ganhamos 3 frigideiras de tamanhos diferentes. Mas imagina fazer arroz na frigideira?

Quando restavam três presentes da pilha para abrir, falei com marido que estava preocupada. De onde iríamos tirar dinheiro para comprar um conjunto de panelas? Já estava quase chorando quando chegamos na última caixa. Era grande e pesada...


E dentro dela haviam várias panelas, de tamanhos e utilidades diferentes! Você, leitora, não pode medir a felicidade, gratidão e alívio que foi abrir aquela caixa. Eu sei que foi meu tio quem nos presenteou, mas não posso deixar de agradecer também a Deus por ter tocado em seu coração para nos dar logo aquele presente. Eu nem sei se meu tio tem ideia de como aquele último presente da pilha foi especial, foi querido, foi festejado. Obrigada, tio Bel. E obrigada, Senhor!

A vida de casados não é sempre amor e beijinhos. Tem muita luta e lágrimas. Algumas são de felicidade, outras de tristeza e por fim até mesmo de raiva e frustração, mas...
''O Senhor teu Deus enxugará as lágrimas dos seus olhos, não haverá nem morte, nem choro, nem luto, nem grito, nem dor, porque essas coisas terão passado.''  Ap 21.4


Hoje em dia, sempre vou à cozinha preparar nossas refeições muito alegre e sorridente, com direito à dancinha



Beijo beijo;


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domingo, 11 de dezembro de 2016

Vida de casada - Agentes duplos e datas comemorativas


Olá, olá, olá, garota linda do meu ♥!

Primeiramente quero agradecer meu lindo marido pela sugestão do tema e do título do post de hoje. Valeu, amore!


Segundamente (*rsrs*), o assunto hoje é de grande sofrência. Vem cá, me dá a mão se você é casada e às vezes precisa virar uma agente dupla para o bem de todos e felicidade geral da nação. Se você é solteira, segura a minha mão também porque as "mulé" tem que ser "amíguis" e ajudar as "coléguis" nos momentos de aflição. 


Quando a gente é solteira, temos uma família, com todos os seus dramas e ridículos, com os momentos bons e ruins. A gente começa a namorar, daí passa a frequentar a casa do mozão, conhece as tias fofoqueiras, a sogra cobrinha (ou a gente boa também, né?), o sogro bravinho, os cunhados folgados, o tiozão que usa camisa polo, bermuda quadriculada, meia até o joelho e sapatênis... #obrafictícia #qualquersemelhançaémeraconindência.


Mas a bagaça só fica realmente séria depois do casório porque, até então, sempre que você não quer encarar a parentela do amado, é só ficar em casa, dizer que sua mãe não deixa você passar o domingo longe da vovó ou que está com uma enxaqueca danada. Depois de trocar alianças, meu bem, a família dele é sua também. E, do mesmo jeito, a sua família é dele depois do sim. Mesmo que os cônjuges não entrem num acordo, e sempre têm aquela infame discussão: "Vai lá com a sua família!" ou "Minha não, o problema é todo teu". Quando nos casamos, para evitar confusão e briga desnecessária, a gente amplia o conceito de família e vai agregando parente.


Desde antes de nos casarmos, marido e eu já tínhamos adotado a família um do outro. Meus sobrinhos pedem a bênção e chamam marido de tio há muitos anos. Meu sogro já disse mais vezes eu te amo para mim do que para os próprios filhos (#chupa). Mas, quando nos casamos, essa responsabilidade pesou mais. Quando chega a época de datas comemorativas, os planos do Sr e Sra Smith Rodrigues precisam ser traçados, repassados e colocados em prática. Fazemos assim:

  • Dias da mães: ele não tem mais a mãe, então passa a data com a minha família, com minha mãe, avó, tias e irmã...
  • Dias dos pais: eu não tenho mais meu pai, então vou lá ficar com sogro, sogro-avô, tio e cunhados.
  • Semana santa: passamos quase todos os dias na igreja, nas várias celebrações do período, mas sexta-feira santa é na casa da minha mãe ou irmã. Domingo de Páscoa, geralmente é com churrasco na casa do avô dele. Já aconteceu algumas vezes do meu sogro convidar toda a minha família para almoçar lá também e foi bem legal.
  • Nossos aniversários: Eu: almoço com mamis, jantar com ele, bolo no fim de semana com a minha família. Ele: almoço com pai e irmãos, jantar comigo, bolo no fim de semana com minha família.
  • Natal: uma caso a parte.

Tá chegando o Natal... que é o caso mais delicado. Ficava bem difícil encontrar a família do marido porque sempre vamos à missa, que começa às 20 horas e a família dele não conseguia esperar a gente chegar da igreja para ceiar. Afinal, eles também tem mais o que fazer e outros lugares para estar, né? Sem falar que na minha própria família tem uma ceia tradicional, com distribuição dos presentes e tudo. Como a meu lado da equação sempre vai à missa antes, acabávamos continuando a noite com eles mesmo. Mas acontece que meu sogro ficou meio enciumado. Ele também queria reunir sua família no Natal. E aí? Como proceder???


Eis que meu super cunhado resolveu o problema (Guih, seu lindo! ♥). Há dois anos (estamos indo pro terceiro!) temos uma nova tradição: o jantar de Natal. É assim: mais ou menos às 18 horas, portanto duas horas antes da missa, os Rodrigues (incluindo aí namorados, maridos, esposas, tico-tico no fubá) jantam juntos.


Assim a gente passa um tempo junto, comemora, marido e eu vamos à missa (com a barriga cheia! *rsrs*) em seguida e os outros ficam livres para passarem a ceia de Natal onde quiserem. Esse ano estamos até organizando um amigo-oculto. #orgulho


É claro que dá trabalho, a gente passa mais tempo na cozinha e tem a correria para se arrumar... mas quer saber? Vale muito a pena! Estar com quem amamos e dividir bons momentos, vale o peru inteirinho!


Ai, quase me esqueci! Também existem os avós! Além dessa maratona toda, nas datas comemorativas, também tem que passar na casa dos velhinhos e dar um cheiro em cada um. E as avós são mais difíceis que os sogros, viu? Tem que ir lá pelo menos 2 vezes no mês ou começa o drama. *rsrs* Mas a gente vai, com muito carinho, mesmo que seja rapidinho só pra dar um oi.


Com jeitinho e com carinho dá para encaixar mãe, pai, avós, irmãos, cunhados, tios, primos, afilhados, amigos... todo mundo (!!!) nos fins de semana... sem falar os aniversários, batizados, casamentos, primeira eucaristia, crisma, etc... Ser família não é mole não... mas a gente ama muito tudo isso!

Agora, abra o seu coração e digite pra valer... Me conta, por favor... como é que você faz nas datas comemorativas? Precisa ser agente duplo ou tá no esquema "cada um por si e Deus por todos"?

FUI!!!!



XOXO


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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vida de casada: O curioso caso da caixa de leite com perninhas


Hello girl!

Quando me perguntam o que mais gera brigas no primeiro ano de casamento - e, sim, noivos e namorados sempre perguntam isso -, eu respondo que não é dinheiro (ou a falta dele), não são os sogros e cunhados e também não é o fim do mistério quanto à vida privada do cônjuge. Pasme, mas o que mais causa quiproquó na vida a dois são coisas pequenas e desinteressantes, mas que juntas vão irritando e desgastando a relação. Vou contar o episódio do leite, que aconteceu aqui na minha humilde residência.


Quase todos os dias, marido sai bem cedo para trabalhar e eu fico na cama mais um tempinho. Nos primeiros meses de casamento, simplesmente TODOS OS DIAS em que eu acordava, o leite estava em lugares diferentes. Nunca, nunquinha, never, sem chance, a caixa de leite estava onde deveria estar: na geladeira.


Parecia que ao entrar na cozinha, marido estava mesmo era entrando em uma realidade alternativa super esquisita, em que ele se sentia deslocado e perdido... e acabava deixando o bendito leite fora da geladeira. E moça... isso me deixava louca da vida!


E o que eu fazia? Há! Eu fotografava a caixa de leite em cima da mesa da copa, no fogão, na pia, em cima do filtro de água. Era o nosso bom dia habitual. *rsrs* Eu acordava, o xingava mentalmente, tirava a foto e mandava via whatsapp. Ele ficava sem graça, pedia desculpas e dizia que não ia mais acontecer.


Minha vontade era derramar a droga do leite todo na cabeça do indivíduo, mas como ele não estava mais em casa... mandava as fotos. E é claro que, apesar da vergonha, isso não adiantava. Marido tinha um bloqueio quanto à caixa de leite.

Depois eu adotei outros métodos pedagógicos:

  1. Fiz piada - disse que não existia um monstro malvado dentro da geladeira cujo único objetivo na vida era roubar o leitinho da pobre criança de 2 metros de altura. Não funcionou!
  2. Fiz o passo a passo - acompanhando ele desde a levantada na cama, passando pelo pit-stop no banheiro e chegando até a cozinha; explicando com voz de professora do pré-escolar como marido poderia guardar o leite depois de pegar o quanto queria. Não funcionou!
  3. Contei para os casais de amigos nossos, padrinhos e familiares - para ver se pelo menos a gozação com a cara dele fazia efeito. Não funcionou!

Não funcionou! Não funcionou! Não funcionou! Não funcionou! E eu me estressando cada dia mais. Daí eu tomei uma decisão na minha vida, algo que mudou minha relação e trouxe paz de espírito.


Um dia desses aí, marido vem todo orgulhoso me falar: - Nega, você viu que nunca mais eu deixei o leite fora da geladeira?. E eu tive que responder: - Não, meu bem. Eu é que parei de tirar as fotos. Todos os dias você ainda deixa a caixa de leite no lugar errado. E, o que é pior, às vezes ainda deixa vazio. Eu é quem tomei uma decisão. Todos os dias eu acordo, vou à cozinha e guardo a maldita caixa de leite!!!

Eu tomei uma decisão: ser feliz! Bancar a chata não estava surtindo efeito. Eu ficaria louca antes do meu marido simplesmente se lembrar de algo tão simples, que para ele não era nada.


E adivinha? Hoje em dia a caixa do leite é encontrada mais vezes dentro da geladeira do que fora dela. É pra igreja glorificar de pé! Ô glória!!!



Beijocas estaladas;


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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Vida de casada - Mil e umas tretas que a gente enfrenta depois do casamento


Viva os malucos, os pirados, os totalmente sem noção que ainda se casam e se lançam nessa grande aventura que é a vida a dois. Sim, porque é preciso muito jogo de cintura, bom humor e paciência de Jó para aguentar as neuras de uma outra pessoa que teve experiências e criação diferentes das suas.


Se de um lado há a TPM, variações de personalidade humor e aquela mania de que tudo tem que ser feito exatamente como a mãe ensinou...


Do outro lado existe o cara que não entende que lixo precisa ser retirado todos os dias e que não há a fadinha da louça limpa.


E por mais que as mulheres sejam maravilhosas, multitarefas e tudo de bom, ninguém consegue manter o sorriso quando encontra a toalha molhada em cima da cama.


A verdade é que não adianta muito gritar e se desesperar. Quando você se encontra casada e, apesar de todos os defeitos do cônjuge, apaixonada, a única alternativa possível é se jogar de cabeça nesse relacionamento, pedir forças a Deus e fazer o seu melhor.


Então essa nova série que estreia hoje aqui no VG é para contar as minhas aventuras no casamento. Quase 4 anos vivendo com o Marcos Júnior - doravante referido como Marido - renderam muita estória pra contar, com a quais tenho divertido as minhas amigas. E assim como me pediram para escrever sobre minhas experiências enquanto noiva neurótica, muitas delas rogaram que eu voltasse a fazer posts assim mais engraçados sobre a vida cotidiana. Me amarrei bastante antes de aceitar, mas como "a voz do povo é a voz de Deus", cá estou. Espero que goste da seleções de histórinhas que preparei e acompanhem com carinho, como foi com os posts pré-casamento.

Aguarde as cenas dos próximos capítulos!


Beijão;


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