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terça-feira, 25 de junho de 2013

Me rendi aos livros digitais... comprei um Kobo Mini!


Hey, girl! Tem duas coisas na vida que eu, como uma boa geek, não resisto: livros e tecnologia. Agora imagina quando unem essas duas coisas? O Kobo é um e-Reader, um leitor digital. Desde o lançamento desses leitores no Brasil que eu venho namorando, pesquisando, desejando, planejando a compra. Me decidi pela marca Kobo depois de muita pesquisa e de pesar as vantagens contra a sua concorrente, a Kindle. Considerei a plataforma mais aberta, com download permitido para qualquer site/livraria, bem mais apetecível que a proposta da Kindle de compra apenas pelo Amazon.com. E escolhi o Mini por sua praticidade e tamanho reduzido para caber até mesmo no bolso.


Todo mundo que vê o meu Kobo pela primeira vez, torce o nariz como quem diz: - Nossa, que coisa inútil! Mas não é não, viu? Em menos de um mês de uso, já estou completamente viciada. É muito bom ter uma biblioteca de cerca de 1000 livros que cabe na palma da mão. Você vai montando as suas prateleiras virtuais com livros pequenos, grandes e médios sem que aumente o peso que carrega. Ele pesa 134 gramas apenas!!! 


Eu leio muitos livros ao mesmo tempo e vários deles são super pesados, como a série "Crônicas de Gelo e Fogo" (George R. R. Martin), em que cada livro chega a ser mais grosso do que minha edição da Bíblia Sagrada da Editora Ave Maria. Em pensar que agora eu posso carregar esses livros e muitos mais de uma vez só na bolsa e sem ficar com dor nas costas. Bom demais!


Eu já era acostumada a ler livros digitais no computador (desktop), notebook e tablet; e adorava a praticidade. Mas ler num e-Reader não tem comparação, é milhões de vezes melhor. Isso porque a "tela de e-ink" é muito mais confortável para a leitura. Esse tipo de display proporciona uma imagem muito mais natural e próxima a uma página impressa em papel, com muito pouco reflexo e alta definição do texto. Quer dizer que eu leio mais e sinto menos fadiga, dor nos olhos e de cabeça. 

Além disso, a "tela de e-ink" é em preto e branco, então não rola de usar o navegador para outros fins que não seja o download de arquivos. Livros ilustrados, revistas e quadrinhos também não ficam legais nessa tela. O bom é que eu me concentro apenas na leitura e não fico me dispersando em redes sociais, como acontece ao ler em um tablet, por exemplo.


Quando fui comprar o meu (pesquisei na internet, mas comprei em uma loja física), a Lila me acompanhou. Chegamos à Livraria Cultura e as várias versões da Kobo (Kobo Touch, Kobo Glo e Kobo Mini) estavam expostos em um display. A gente chegou perto e começou a mexer, tentando ligar o treco, sem saber que ele já estava ligado. É que a tela não tem luz e nem se parece com nada que já tínhamos visto. Mas notamos que a tela estava mudando de página e começamos a entender o funcionamento. E é super simples, viu?  Depois de escolher o idioma, o resto foi fácil. Algumas horas fuçando e eu já manejava o aparelho com maestria, aproveitando todas as suas vantagens.


O Kobo Mini só tem um botão, o "On-Off". Todo a navegação é feita através da tela touchscreen. Para "virar uma página", basta tocar as laterais da tela. Direita = Adiantar. Esquerda = Voltar. O touchscreen da tela é super sensível, qualquer leve toque basta, não precisa fazer força. Achei a sensibilidade muuuuuito melhor do que a dos tablets.


É todo em material emborrachado, que não desliza e evita quedas. Está disponível nas cores preto e branco.


Você pode organizar as publicações em categorias e é muito fácil navegar e pesquisar.


O Kobo Mini vem nessa caixinha junto com o manual e um cabo mini-usb. Esse cabo serve tanto para passar dados (arquivos) quanto para carregar a bateria do e-Reader no computador. Ah sim... a bateria de um Kobo pode durar até 1 mês, dependendo do tanto que se usa. A minha carga dura menos porque eu vou lendo e parando e, ao invés de desligar o aparelho, coloco em "standby" (descanso).

Os livros podem ser baixados direto do Kobo, que tem acesso à internet via wi-fi - e aí você escolhe a livraria, site ou fichário de onde quer baixar - ou pode baixar os eBooks no seu computador e depois passá-los para o e-Reader. Já experimentei dos dois modos e eles funcionam corretamente. O arquivo que o Kobo lê é a extensão ".epub". Contudo, existem programas que convertem outros formatos para essa extensão. Eu uso o programa Calibre que tem me servido muito bem, além de fazer a conversão em questão de segundos (claro que dependendo do tamanho do livro, né?). Então fica fácil baixar livros em formato ".pdf", convertê-los e usá-los no Kobo.

Paguei 289 realidades no meu Kobo Mini na Livraria Cultura, que divide em até 10 vezes no cartão de crédito na loja física e na virtual. Que eu saiba, a venda é exclusiva à essa livraria. Achei o preço bem bacana para um eletrônico que, se eu cuidar bem, vai durar por anos e anos. O preço dos livros varia muito, mas é bem mais em conta que os livros físicos, sem falar que hoje em dia tem muita publicação grátis. Tem também o "mercado negro" dos livros digitais na internet, onde você baixa até lançamentos e best-sellers de graça (mas você não leu isso aqui no Vai Garota! *rsrs*).


Continuo amando a sensação de pegar e folhear um livro real, sentir seu cheiro e a textura de suas páginas; mas confesso que a tecnologia me conquistou. Penso que posso ter o melhor dos dois mundos, continuando com minha biblioteca sólida, mas sempre experimentando na abstrata.

Update (19:38): Surgiu uma dúvida nos comentários e eu lembrei que dá sim para fazer anotações nos livros digitais no Kobo. Você clica na parte em que quer a nota e vai surgiu uma caixa de diálogo. Aí é só selecionar onde quer a nota e escrevê-la. Além do mais, dá para ver na hora o significado das palavras porque o Kobo tem um dicionário embutido. ^^

E você, o que acha dessa novidade? Compraria um e-Reader?


Cyber beijos;





terça-feira, 30 de abril de 2013

Desejando para o aniversário...


Hey, girl!!! Marido pediu que eu fizesse uma listinha para orientá-lo na compra do meu presente de aniversário e, apesar de sempre querer um milhão de coisas ao mesmo tempo, foi bem difícil elaborar a minha wishlist (lista de desejos). Vejamos o que está rolando nessa cabeça cheia de cachos...

Máquina de Cupcake Fun Kitchen 220V - Ai, que delícia! Já estou me imaginando inventando mil receitas e decorações. Nham nham!!! 

Kit Livros - Box Trilogia Jogos Vorazes + PIN Tordo - A série mais maravilhÓTIMA e empolgante que eu li nos últimos 5 anos (Harry Potter é mais antigo).

Coffret Trésor Midnight Rose Feminino Basique Noel - Lila me deu a miniatura desse perfume e eu caí de amores. "Um perfume jovem, sensual e alegre, que incorpora uma feminilidade divertida através da união entre a framboesa deliciosamente ácida, os brilhos amadeirados e as notas de baunilha voluptuosas." Baunilha + Framboesa? ♥♥♥♥♥


Kit The Bronze of Champions - Porque eu adooooro pele com efeito bronzeado e não tenho nada da Benefit. =/

Lápis Milani Liquifeye Metalic Eyeliner Aqua - Testei esse lindinho na Yes Cosmetics da Asa Norte e não consigo parar de pensar nele.

Kit de Sombras Milani Metalic Noite -  Uma vez que você vê ao vivo e em cores uma bichinha dessas... é amor para sempre!


KOBO MINI PRETO - Com apenas 134 gramas e tela 5", Wi-fi, armazena até 1.000 e-books e possui bateria com duração de até 1 mês. Como isso adiantaria as minhas metas de livros lidos...



E tem muito mais coisas que eu ando desejando, mas que fiquei sem graça de mostrar aqui. Quem sabe depois não rola uma atualização desse post com mais opções.

E você... desejou algum desses produtos?


Beijos carinhosos;





quinta-feira, 21 de março de 2013

A garota lê: Coleção O Guia do Mochileiro das Galáxias


Hola, chica!!! No ano passado eu comprei essa coleção de livros para mim, mas fiz a besteira de emprestar o primeiro volume pro marido (então noivo) assim que terminei de ler. A criatura linda do meu coração sumiu com o bendito livro e só um mês depois da nossa mudança pro apê novo é que consegui encontrá-lo novamente. Agora a coleção está reunida e posso falar dela aqui.

Título: Coleção O Guia do Mochileiro das Galáxias - Edição Econômica (5 Volumes)
Título original: The Hitchhiker's Guide to the Galaxy
Autor: Douglas Adams
Tradução: --
Gênero: Ficção científica cômica
Editora no Brasil: Sextante

O Guia do Mochileiro das Galáxias é uma série de ficção científica cômica criada por Douglas Adams. Originalmente era transmitida na BBC Radio 4 (1978), foi mais tarde adaptada para outros formatos, e após vários anos se tornou um fenômeno internacional. As adaptações incluíram espetáculos de palco, uma "trilogia" de cinco livros publicados entre 1979 e 1992, um sexto romance escrito pelo Eoin Colfer, em 2009, uma série de TV, um jogo de computador e três séries de três partes de adaptações de romance para quadrinhos publicados pela DC Comics. Uma versão cinematográfica de Hollywood financiada, produzida e filmada no Reino Unido, foi lançada em abril de 2005, e adaptações de rádio dos terceiro, quarto e quinto romance foram transmitidos entre 2004 e 2005. Muitas dessas adaptações, incluindo os romances, as séries de TV, o jogo de computador, e os primeiros rascunhos do roteiro do filme de Hollywood, foram feitos pelo próprio Adams.

Fonte: Wikipédia


Sobre o autor:

Douglas Noël Adams (Cambridge, 11 de março de 1952 — Santa Bárbara, 11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python's Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros. Os fãs e amigos de Adams o descreveram também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros 'apetrechos tecnológicos'. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre e-mail e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluíam ambiente e tecnologia. 

Adams iniciou sua carreira como escritor, logo após de se formar em literatura inglesa pela Universidade de Cambridge, em 74, e passar parte da década de 70 viajando como mochileiro pela Europa até a cidade de Istambul, na Turquia. O sucesso vem quando, em 77, Adams conhece Simon Brett, que trabalhava na rádio BBC 4. Juntos os dois decidem produzir um programa humorístico sobre ficção-científica para a rádio. Era o início de "O Guia do Mochileiro das Galáxias".

Fonte: Wikipédia


Sobre o Guia do Mochileiro das Galáxias:

Uma série de livros fantástica! Com muito sarcasmo, ironia e críticas veladas à sociedade contemporânea.


O Mochileiro das Galáxias - Volume Um - "O Guia do Mochileiro das Galáxias"

A aventura começa com a Terra sendo invadida pelos "Vogons", criaturas burocráticas e nada amistosas, que tem a missão de destruir o planeta para construir um desvio. Arthur Dent - um terráqueo - e Ford Prefect - um E.T. disfarçado de ator desempregado - conseguem escapar segundos antes da aniquilação total da Terra e juntos precisam sobreviver no vasto universo. Ainda bem que Ford possui o mais extraordinário livro jamais publicado pelas grandes editoras da Ursa Menor (e da Terra): O Guia do Mochileiro das Galáxias. Este é uma espécie de enciclopédia escrita por viajantes de todo lugar do universo, com dicas de todos os planetas existentes (e não mais existentes).


O Mochileiro das Galáxias - Volume Dois - "O Restaurante no Fim do Universo"

À bordo da nave Coração de Ouro, Ford Prefect e Arthur Dent, juntamente com Zaphod Beeblebrox, o robô Marvin e Trillian chegam a um restaurante que fica literalmente no fim do universo. Nesse magnífico lugar eles podem devorar o suculento bife de um boi que se oferece como jantar ou apenas se embriagar com a poderosa Dinamite Pangaláctica, assistindo de camarote ao momento em que tudo se acaba numa explosão fatal.


O Mochileiro das Galáxias - Volume Três - "A Vida, o Universo e Tudo Mais"

Arthur Dent ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica e mesmo depois de tanto tempo, ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina. Talvez Arthur até preferisse continuar isolado em sua caverna escura, úmida e fedorenta a encarar a próxima aventura para a qual seria forçosamente arrastado: salvar o Universo dos temíveis robôs xenófobos do planeta Krikkit.


O Mochileiro das Galáxias - Volume Quatro - "Até Mais e Obrigada pelos Peixes"

Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer as mais extraordinárias criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta.  Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso com o fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação.


O Mochileiro das Galáxias - Volume Cinco - "Praticamente Inofensiva"

Depois de muitos anos, Arthur Dent, Tricia McMillan e Ford Prefect se reencontram. Mas o que deveria ser uma festejada reunião de velhos amigos se transforma numa terrível confusão que põe em risco a vida de todos.


Ufa... apesar de uma série de livros curtos, O Guia Do Mochileiro das Galáxias é extremamente dinâmico, com muitas aventuras acontecendo e enlouquecendo o leitor. Conhecendo outras galáxias além da Via Láctea, visitando outros mundos, desvendando espécies completamente diferentes às que estamos acostumados. É uma leitura incrível e muito engraçada! Douglas Adams é um gênio da literatura. Ele te prende do início ao fim de cada volume com acontecimentos confusos que só se desenrolam com o passar da trama. Os personagens são hilários, malucos, frenéticos e apaixonantes.

Considero uma ótima leitura para inciantes, aqueles que sempre reclamam que querem começar a ler, mas que não têm paciência. Não tem como ler um capítulo e não ficar imaginando onde vai dar essa sandice toda.

O que mais posso escrever? Eu quero um Guia do Mochileiro - o "verdadeiro" -, aquele com letras garrafais: "NÃO ENTRE EM PÂNICO!". Como uma geek de carteirinha, completamente apaixonada por nerdices variadas, me tornei fã da série e recomendo mesmo!



Xeru;





sexta-feira, 23 de março de 2012

Vai Garota! no Android


É com muito orgulho e alegria que apresento a novidade: o Vai Garota! agora tem um aplicativo para o Android! Tô chique, beeeim!!!

Mas afinal... o que é Android?
"Android é um sistema operacional para dispositivos móveis, como celulares, smartphones e tablets, que tem como base o núcleo do Linux. Talvez a maneira mais fácil de explicar, seja dizer que o Android é o Windows de alguns celulares. Da mesma maneira que o Windows nos permite interagir com a máquina e outros programas, o Android da Google nos permite interagir com o hardware dos celulares e usar os programas desenvolvidos para esta plataforma. Ele não é o único sistema operacional para dispositivos móveis. Existem outros, como o iOS da Apple, o Windows Phone da Microsoft e o Symbian da Nokia."
(Fonte: Sempre Tops)


Para quem tem smartphone ou tablet com sistema Android, agora fica bem mais fácil acessar o conteúdo do blog. O Android pertence à Google, então, para fazer o download do aplicativo do Vai Garota! no seu smartphone ou tablet, é necessário cadastrar seu e-mail (Gmail) no Google Play (antigo Market). O mais incrível é que por esse site, mesmo você acessando do computador, o aplicativo é instalado em seu celular. Não é o máximo?

E aí... vamos instalar? Você pode clicar nesse link: Aplicativo Vai Garota! ou acessar o Google Play direto do seu celular, buscar o aplicativo digitando Vai Garota! no campo "Pesquisar" e procurar esse ícone:


Clique nele e abrirá essa página:


Aí é só clicar em instalar e pronto! O Android irá fazer o download e instalar o aplicativo sozinho. A partir de então, você terá um ícone do Vai Garota! em seu celular ou tablete e, clicando nele, acessará o blog automaticamente.

Página Inicial do Aplicativo e o blog sendo visualizado.

Eu devo mais essa conquista para o blog ao meu amigo Rogerio Anderson, que é um programador muito talentoso. Desde que ele me falou sobre fazer esse aplicativo, passamos pelas fases de planejamento, criação, testes e enfim a publicação, que ocorreu ontem à noite. Roger, MUITO OBRIGADA por esse presente! Só quem conhece a minha luta e empenho no blog pode conceber a importância desse programa. Obrigada por acreditar e investir em mim e no trabalho da minha equipe.

Também agradeço ao meu noivo, Marcos José (o Jujo!), por nos ajudar em todas as etapas dessa maratona. Amor, você não é dez... é um milhão!

Às blogueiras que gostaram da ideia e quiserem um aplicativo como esse para seus blogs, deixo o contato do Rogerio. Através do e-mail dele, as blogueiras podem combinar e fazer orçamentos e se jogarem nessa tecnologia fantástica e cheia de novas possibilidades. O e-mail é: rogerioanderson@gmail.com

Peço encarecidamente que ajudem essa blogueira aqui, baixando e instalando o aplicativo e nos dando retorno nos comentários (tanto aqui quanto nos comentários do Google Play). Saber a opinião do usuário é muito importante para que possamos sempre melhorar e inovar nas próximas atualizações. Obrigada desde já!


Mil beijos;

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Comprinhas: Caixa de som Mini Rock

A Síssi aprova!

Sabe quando você vê uma coisa, se apaixona, deseja muito, namora ela por meses a fio e um dia, um lindo dia, consegue comprar? Pois bem, com essa caixinha de som foi exatamente assim. Avistei pela primeira vez na loja virtual da Imaginarium e logo virou meu objeto desejo de consumo, mas putz... R$ 79,90 + frete é dose!!! Foi aí que, passeando pelo shopping da cidade, encontrei essa gracinha na vitrine da loja física da Imaginarium, a última unidade. \o/ Nem pensei direito, agarrei ela e paguei feliz da vida.

Ela é uma caixinha para amplificar o som de computadores, notebooks ou celulares. O design é muito criativo, pois imita um amplificador de instrumentos de música (baixo, guitarra, violão). Como eu cantei muitos anos em bandas católicas, sempre fui muito ligada à instrumentos, sobretudo contrabaixo, que é o meu preferido pelo som grave e claro. E como boa geek (saiba mais sobre esse termo clicando aqui), achei o máximo ter uma caixinha de som com tanto estilo. Meu celular tem 4 gigas de músicas que gosto de escutar no banho, me arrumando, me maquiando... ou seja, essa caixinha é tudo de bom pro meu vício!



Na parte de trás dá pra ver a entrada para o cabo P2 (que liga no lugar dos fones de ouvido) e para o cabo USB (para ligar ao computador). Se a caixa for usada no celular, uso três pilhas colocadas logo abaixo de onde está a marca da Imaginarium; se for ligada ao computador, não precisa de pilhas.

A caixinha é leve e prática. Dá pra ver na foto que é do tamanho da minha mão.



Na frente tem a luzinha que indica se está ligada, o botão On/Off e os controles de grave, volume e agudo. ^^ O som que sai da caixinha é bem alto e a qualidade é ótima, principalmente porque dá para regular de acordo com a música que está tocando.

As pilhas que uso são recarregáveis, de tamanho normal e duram dias sem ter de repôr carga.

Sendo assim, merece 5 "Gigis-love":


E você, gostou? Compraria?


Beijocas;


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