Mostrando postagens com marcador Na TV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Na TV. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de março de 2017

Na Netflix: The Ultimate Beastmaster Brasil


Hey garota!

O carnaval aqui em casa foi bastante animado: da cama para a cozinha, da cozinha para a cama, muitas horas na frente da TV assistindo Netflix. Daí marido resolveu assistir à esse lançamento, o Ultimate Beastmaster. Eu estranhei no começo e achei que iria odiar (marido tem um histórico péssimo de escolhas de programas), mas acabei super empolgada, torcendo e gritando feito uma louca pelas madrugadas.

Com produção de Sylvester Stallone e Dave Broome (O Grande Perdedor, Quem Perda Ganha), a Netflix anuncia "Ultimate Beastmaster", sua série de "competição esportiva". (Filmes Netflix)


Trata-se de uma competição entre seis países: Brasil, Coreia do Sul, EUA, México, Alemanha e Japão. A apresentação geral do programa está a cargo do Stallone, mas cada país tem seus próprios apresentadores - ou melhor, comentaristas - que vão narrando as atividades, explicando as provas e, claro, torcendo por seus compatriotas.


Para o Brasil, foram escolhidos a lenda do MMA, Anderson Silva, e o comediante Rafinha Bastos. Mas não torça o seu nariz para esses dois, cara leitora. Foi um erro que cometi. Achei que não ia dar certo, visto que o Anderson é um atleta e o Rafinha Bastos um conhecido chato (sem galochas!). Mas quebrei a minha cara feio. Fui conquistada pela zueira (BR huehue), piadinhas infames e pela união desses dois contra os competidores e apresentadores dos EUA e Alemanha.


Não pude odiar com total força os comentaristas dos EUA por motivos de "Fala sério, é o Terri Crews e uma loirinha muito bacana!".


E quando não estava torcendo pelos brasileiros, geralmente estava apoiando os coreanos, apenas porque os apresentadores eram esses dois malucos que faziam "dancinha feliz" o tempo todo.

Apresentadores-comentaristas: Coreia do Sul, Alemanha, Brasil, EUA, Japão e México
Mas o que importava mesmo era zoar os alemães! hehehe.

Voltando para a competição...


O programa leva o nome Ultimate Beastmaster por causa da pista de obstáculos, que é em formato de uma besta. Seria um dragão ou uma serpente marinha, algo bem assustador.


São quatro fases em cada programa que exigem força, equilíbrio, resistência, flexibilidade e algumas outras habilidades específicas, como escalada. São provas como pular em objetos suspensos ou em movimento, cama elástica, alcançar plataformas altas, subir em tubos apertados e escorregadios, tirolesas, se locomover por cordas e outros desafios.


Em cada episódio entram 2 representantes de cada país, ou seja, 12 participantes. Cada fase vai eliminando os que se saíram pior, levando em conta a distância que o atleta conseguiu chegar, os pontos que fez (são diversos os locais em que se pode conseguir pontos extras) e o tempo que levou para percorrer. E a disputa é feroz! Teve muita gente que não conseguiu sequer chegar na segunda parte da primeira fase. No final, apenas 2 chegam à última fase, resolvida numa escalada louca com pontos que devem ser alcançados. Vence quem consegue pegar mais pontos.


Não é para qualquer um não!


São muitas as quedas, mergulhos, pancadas e decepções em todos os episódios.

Cada episódio tem um vencedor, que leva 10 mil doletas. No 10º episódio, esses vencedores se enfrentam para levar o prêmio de 50 mil doláres.

Sem troféus por participação
Ultimate Beastmaster - "Sem troféus por participação"
Não vou estragar a surpresa e dizer se o Brasil vai ou não se sair bem nessa competição. Você vai ter que assistir para ver com seus próprios olhos. Só vou dizer que é tudo muito frenético e cheio de emoção. Gostei, pulei, gritei, fiquei completamente chocada, em algumas partes decepcionada e em outras rouca de tanto gritar. É aventura sem sair do sofá!

Espero que tenha ficado curiosa e resolva dar uma chance à esse original Netflix. Por hoje é só!




Abraço apertado e beijo carinhoso;





segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Na Netflix: The Lizzie Borden Chronicles


Hi girl!

Vamos começar animando essa semana com uma dica de série de tv? Não sou uma pessoa super viciada em Netflix, mas volta e meia consigo garimpar alguns tesouros. Quando me deparei com  The Lizzie Borden Chronicles, fiquei fascinada com a sinopse e bastou uma olhadinha nos figurinos para saber que eu só sairia da frente do televisor quando terminasse de assistir todos os episódios.


Sinopse: 
"Lizzie Borden (Christina Ricci), absolvida da acusação de matar o pai e a madrasta com um machado, torna-se uma celebridade norte-americana. Porém, quando as pessoas ao seu redor começam a morrer de forma misteriosa, o detetive Charlie Siringo (Cole Hauser) é chamado para investigar os casos."

The Lizzie Borden Chronicles é uma minissérie norte americana, do Canal Life Time (2015). Está enquadrada nos gêneros Mistério,Terror e Docudrama. 

É algo bem diferente do que estou acostumada a assistir. Eu, que fujo de filmes de terror e suspense, me vi presa à tela por 8 episódios longos (mas que nem senti passar). 

Lizzie Borden original

A filha mais nova de Andrew Borden, Lizzie, foi presa por duplo assassinato. Numa época em que as mulheres eram consideradas o sexo  "mais fraco", foram quase inéditos, o julgamento e posterior absolvição. Isso fez dela uma sensação na mídia da época. Oficialmente, o caso permanece sem solução, mas Lizzie Borden pode muito bem ter tido um machado e ter terminado a vida de seu pai e madrasta, naquele dia de verão escaldante.

A série The Lizzie Borden Chronicles começa quatro meses depois do julgamento que inocentou Lizzie. Ela e sua irmã mais velha, Emma, tentam recomeçar a vida, enfrentando problemas financeiros e a desconfiança da população da cidade de Fall River (Massachussets).


O que mais me encantou na série foram os figurinos divinos. Cada peça é de um luxo, requinte e elegância só visto em meados de 1860.


Mangas bufantes, cetim, laços, pérolas, chapéus, bordados, espartilhos e cabelos impecáveis marcava a moda da época. Os móveis, decoração e cenários não ficam atrás. Cada cena é um show de produção!

No começo do primeiro episódio, o espectador é levado a acreditar na inocência e candura de Lizzie, admirar sua resignação e coragem. Mas não é bem assim...


Não sei sobre a Lizzie do mundo real, mas a vivida por Christina Ricci é um serzinho dissimulado, falso e cretino.


Daí chega à cidade um investigador particular contratado para descobrir se, afinal, Lizzie Borden cometeu ou não assassinato.


É aí que a coisa fica animada! Com muito sangue, muita cena de ação, muitos minutos de tensão e acontecimentos sinistros, a trama vai se desenrolando.


Não vou estragar a diversão de descobrir de se Lizzie Borden é um monstro sem sentimentos ou apenas uma mocinha injustiçada. Afinal, nem é por ela que você vai torcer mesmo. Fica a dica e boa sorte para quem quiser se aventurar. Recomendo!



XOXO





terça-feira, 10 de maio de 2016

Na Netflix: Unbreakable Kimmy Schmidt


Oieeee, garotaaaa!

Tô viva! rsrs Moça, tô viva. Meu apê estava passando por uma reforma muito chata, muito mais longa do que eu esperava e que me deixou maluquinha aqui. Agora tô de volta com dica de série. Alguém estava com saudade das minhas indicações?

Hoje a dica é Unbreakable Kimmy Schmidt.
É uma série de comédia norte-americana, feita pela Netflix, criada e desenvolvida por Tina Fey (30 Rock) e Robert Carlock, que são também os produtores executivos, juntamente com David Miner. Estrelada por Ellie Kemper.  -Wikipedia

Unbreakable é a estória de uma mulher que, na adolescência, é aprisionada por um pastor maluco num bunker. Durante anos, Kimmy vive com mais três mulheres no abrigo, fazendo de tudo para que elas não surtem. Após ser resgatada, Kimmy não quer mais viver confinada em sua pequena cidade natal e tenta recomeçar sua vida na cidade de Nova Iorque.


Ao chegar em NY, ela conhece Tituss, um ator gay que sonha em estrelar um show da Broadway.


O que mais me encantou na série é a personalidade de Kimmy. Ela é super positiva, animada e engraçada. Como se tivesse parado na adolescência, a moça tenta recuperar o tempo perdido, conhecer o mundo e todas as coisas que mudaram desde que foi sequestrada.


E o elenco é todo muito bom, rendendo muita risada nos episódios.


A atriz Ellie Kemper é cheia de caras e bocas. Me lembra muito a Renée Zellweger, a eterna Bridget Jones do cinema.

Super quero ser a melhor amiga da Kimmy! ^^

Assistindo Unbreakable, quem viveu nos anos 90 se identifica com o vestuário super colorido da personagem principal, nas músicas e bandas que ela gosta, nas piadas atrasadas e nas mil referências.

"Tenho doces para o jantar!"
E é muito legal acompanhar o amadurecimento de Kimmy enquanto ela aprende como se virar nesse admirável mundo novo.

Aprendendo a fazer selfie com a patroa perua

Dá para assistir as duas primeiras temporadas da série na Netflix. E eu fico torcendo para que ela continue sendo renovada. É muito amor!



Antes de dar tchau, vou compartilhar a abertura da série, para você ficar com a música na cabeça e aprender a falar o nome da série corretamente. Alerta de vinheta chiclete!!!



Agora sim... bye bye!



XOXO!





segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Na TV: Jane The Virgin


Hello, gata-garota!

Me dá licença que hoje eu vou falar de uma série de tv que é quase uma novela mexicana, aliás venezuelana. Jane the Virgin é uma série de televisão americana transmitida pela "The CW". Estreiou em 13 de outubro de 2014 e é uma adaptação da telenovela venezuelana "Juana la virge", criada por Perla Farías. Vai ser exibida no Brasil a partir de novembro de 2015, por enquanto sem data e horário confirmado, e transmitida pelo Lifetime Channel.



Eu assisto Jane The Virgin desde a primeira semana no ar. Faço o download dos episódios aí pela internet da clandestinidade, mas você não leu isso aqui. *rsrs* Enfim, o que dizer dessa série que mal chegou em sua segunda temporada e já considero pacas? Jane The Virgin é muito, muito, muuuito engraçada. É exagerada como uma boa novela deve ser e já ganhou diversos prêmios nos EUA, inclusive o People Choice Awards na categoria Nova Série Cômica. Também rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série Cômica ou Musical para Gina Rodriguez, a protagonista da série.

Então vamos à sinopse:
Quando Jane (Gina Rodriguez) era mais nova, a avó dela a convenceu de duas coisas: telenovelas são a melhor forma de entretenimento, e mulheres devem proteger a virgindade a qualquer custo. Agora, aos 23 anos, a vida de Jane tornou-se tão dramática e complicada quanto as telenovelas que ela sempre amou, após uma série de surpreendentes eventos que fizeram com que ela fizesse, acidentalmente, uma inseminação artificial.



Jane é uma jovem virgem que está noiva de Michael, com quem tem uma relação de cumplicidade e carinho. Mas ela nunca se esqueceu de um paquera que a incentivou a seguir seu sonho de ser escritora. Numa consulta de rotina com a ginecologista (uma ginecologista bem maluca e nada profissional), Jane acaba sendo inseminada com o esperma de Rafael Solano (seu paquera, tchanãããã!). E aí é só piração, minha gente. A garota virgem vai ter um bebê e isso renderá muita dor de cabeça.



Desde o narrador (que participa muito na estória e ajuda a gente a não perder o fio da meada) até os vilões, todos têm seus momentos cômicos na série. As partes que mais me fazem gargalhar são as cenas com o pai de Jane, o ator de novelas Rogelio de la Vega, interpretado pelo ator de novela mexicana (não errei no texto não, garota) Jaime Camil. Ele é o mesmo ator dos grandes sucessos da Televisa "A Feia Mais Bela" e "Por Ela Sou Eva", distribuídos aqui no Brasil pelo SBT. Ele é tão dramático e egocêntrico, rende muita diversão!


Como toda boa novela latina, Jane The Virgin conta com vários vilões, mas tem aquela... aquela que sempre quer atrapalhar a mocinha e o mocinho de ficarem juntos. E nessa série, a vilã das vilãs é a Petra Solano, ex-mulher de Rafael, interpretada pela linda Yael Grobglas.


Jane The Virgin tem seus momentos, sérios, engraçados e aqueles em que você morre de ódio porque os mocinhos sofrem tanto. E o casal Jafael ou Rafane (Jane+Rafael ou Rafael+Jane) é tããão fofo.


Tem uns beijões daqueles que deixam a gente com água na boca...


É sério, esse show de tv tem tudo! Romance...


Dancinhas malucas...


No sense...


Mistério...


Música latinaaa...



Drama...


E boy magia! OBA!!!

 


Sem falar que algumas celebridades latinas, americanas e de vários outros países já fizeram participações especiais. Entre elas Nia Vardalos (a Toula do filme "Casamento Grego") e as cantoras Paulina Rubio e Britney Spears. Uhuuul!


Fontes de pesquisa:


E é isso, garota linda... essa série eu recomendo e defendo. Assista Jane The Virgin!



Kisses and hugs;





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...