sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A garota lê: Los Angeles - Marian Keyes


Oi, garota!

Olha eu aqui outra vez com mais um chick lit da Marian Keyes, aquela escritora mara da Irlanda, que muito diverte a mulherada do mundo todo. Com você, Los Angeles no Especial Marian Keyes.

Título: Los Angeles
Título original: Angels
Autora: Marian Keyes
Gênero: Romance/Literatura Moderna/Chick lit
Editora: Bertrand Brasil
490 páginas

Sinopse:
Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh... até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas - a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão! Em Los Angeles, acompanhamos Maggie Walsh em sua busca por um sentido na vida em meio às calçadas estreladas de Hollywood, os subúrbios sofisticados de L.A., o bronzeado deslumbrante que só se consegue nas praias da Califórnia, vários martínis, algumas decepções... e muitas risadas, claro. Ao se hospedar com sua melhor amiga, Emily, uma pretendente a roteirista, Maggie começa a fazer coisas que jamais fizera antes: se infiltra em grupinhos de estrelas de Hollywood (mesmo que do segundo escalão), usa meias-calças na cabeça para firmar o penteado, se especializa em ser cara-de- pau profissional para realizar apresentações de roteiros a grandes (ou nem tanto) produtores... Mas será que em meio a tanta aventura, drama e comédia pastelão haverá espaço para um romance - daqueles bem cafonas e açucarados (ou seja, os melhores de todos)?

Retirado do site Skoob 



Sobre a autora:


Sobre "Los Angeles":

Mais uma filha da engraçadíssima família Walsh, de Dublin na Irlanda, é personagem principal. Dessa vez, conhecemos melhor a Margaret, ou Maggie; a filha certinha, o orgulho da mamãe Walsh, aquela que se casou com seu primeiro namorado, Garv.

Maggie é a narradora de sua própria estória. Ela é intérprete jurídica de um escritório de advocacia e tem um emprego muito chato e exigente. Paul Garvan, ou apenas Garv, seu marido, é um cara comum, daqueles em que você nunca pensa como algo mais, nunca faz com que uma mulher se encante à primeira vista. É um bom marido, Margaret admite, ainda que, por causa de um único incidente ao conhecer sua família, o pobre tenha ficado taxado de sovina. É claro que não é nada disso, mas o cara trabalha como atuário no mercado econômico-financeiro e a fama acaba pegando.


A narrativa começa no dia em que Maggie descobriu que havia algo de muito errado em seu casamento. À bem da verdade, ela desconfia há um bom tempo que o seu casamento não está bem das pernas e julga que Garv a culpa por isso. Acontece que, sem nem uma discussão decente (essa irmã não nasceu com o DNA de diva, como as outras Walsh), Margaret, decide dar um tempo. Para isso, praticamente foge para Hollywood. Ela se hospeda na casa de sua amiga Emily, uma roteirista, e as duas começam a viver loucas aventuras em solo norte americano.


Em meio à festas, celebridades (de segunda categoria, claro!), roteiros mirabolantes e tudo o que a cidade de Los Angeles tem a oferecer, Maggie começa a analisar seu casamento e a fazer uma lista dos defeitos de Garv. Ela vai tão fundo em sua análise, que começa a questionar quando foi realmente que seu casamento começou a desmoronar e os acontecimentos que levaram ao colapso. Mas o problema é bem mais antigo e sério do que o leitor poderia imaginar. Passamos a ver o quanto Maggie se culpa pelas decisões do passado e o quanto suas atitudes e mágoas interferiram em sua vida matrimonial. 

Apesar de Margaret não ser uma "drama queen", Los Angeles é um livro bastante engraçado, que tem por plano de fundo o fantástico e nem sempre glamouroso mundo do cinema. Os personagens são cativantes e quando você começa a saber realmente o que aconteceu com o casal principal, a perspectiva muda e é inevitável torcer para que eles se acertem. Garv se torna encantador, apesar de não fazer o gênero conquistador; e Maggie demonstra toda a sua fragilidade e ingenuidade. É um livro fofo. Não se trata de um romance avassalador, mas de amor e amizade entre um casal. Fala sobre superação, perdão e que novos começos só vêm depois de um fim.

Gostei bastante de Los Angeles porque ele mostra que amor é cuidado, é parceria, é aquele sentimento gostoso de cumplicidade. Casamento é algo difícil e nem sempre estamos na vibe de aguentar a pessoa com todos os seus defeitos e passado sombrio. Mas, ao invés de desejar aventuras amorosas e grandes demonstrações de afeto, podemos encontrar amor em pequenos gestos diários, nos mínimos detalhes da vida conjugal.

Los Angeles está recomendado, muito bem recomendado!

Este livro está a venda nas melhores livrarias virtuais do país.


Beijocas;






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